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13 de janeiro de 2012

Lexar USB 3.0 Flash Drive oferece impressionante velocidade de escrita

Agora que os USB Flash Drivers 3.0 (Pen Drive) estão sendo adotados em massa, a Lexar entrou na briga com seu JumpDrive Triton.
Ela já está comercializando, no próprio site da Lexar nos USA, 2 modelos:
  • 16Gb JumpDrive Triton - $79.90
  • 32GB JumpDrive Triton - $124.99
 A partir de fevereiro será comercializado outro modelo o de 64Gb, porém sem preço informado.

O USB Flash Drive 3.0 oferece uma velocidade acima da média de 155 MB/s de leitura e 150 MB/s de escrita.
Em comparação com os concorrentes da mesma faixa de preço, Flash Corsair Voyager GT 3.0 e Kingston DataTraveler Ultimate, nenhum dos concorrentes foram capazes de gerenciar velocidade de gravação perto dos100MB/s, com isso o Triton pode ser considerado superior aos seus concorrrentes.

5 de janeiro de 2012

Sal aumenta em seis vezes a capacidade do HD

Cientistas da Universidade Nacional de Cingapura e do Instituto de Armazenamento de Dados descobriram uma maneira de aumentar a capacidade de armazenamento dos HDs usando um material comum: o sal.

Segundo o jornal britânico Telegraph, o cloreto de sódio pode aumentar a densidade de gravação dos discos para 3,3 Terabytes por polegada quadrada. Ou seja, em alguns anos, um disco que guarda 1 Tera, por exemplo, poderá armazenar 6 Tera no mesmo espaço.

O sal deixa a superfície de magnetização do disco pura, permitindo que mais dados sejam armazenados. Além disso, ele aumenta a resolução de elétrons que são usados para "imprimir" os bits no HD.

5 de agosto de 2011

Como funciona um HD

Esse vídeo feito pela SEAGATE demonstra como funciona um HD, muito interessante.


Dica do nosso colaborador Nícolas.

14 de abril de 2011

USB Flash Drive + Cartões Micro SD, o que poderia ser?

Bom dia a todos!

O designer chinês Fang-Chun Tsai criou um conceito de capa USB para cartões de memória Micro SD. O produto, conhecido por Collector USB Flash Drive, promete emular até três cartões numa única unidade USB, em forma de pen drive.

A idéia permite fornecer um grande volume de armazenamento. Levando em conta que cada Micro SD pode ter até 32GB, o pen drive teria 96GB.

Não há previsão de chegada do produto ao mercado, já que tudo isso é apenas um conceito. Mais fotos abaixo.

8 de janeiro de 2011

Tipos de Midias CD e DVD

Com o preço dos gravadores de CD/DVD ficando cada vez mais acessível, é cada vez mais comum a confusão entre os tipos de gravadores e mídias existentes na hora de se optar por um modelo. Com base em meu conhecimento e em pesquisas realizadas na web, estarei passando a explicação das diferenças entre os principais padrões de mídias CD e DVD existentes no mercado hoje.

É sempre bom lembrar que um disco de CD ou DVD serve tanto para gravar filmes quanto para gravar dados (fazer backup do seu disco rígido, por exemplo).

11 de dezembro de 2010

Remover o pen drive sem desativá-lo danifica dados?


Antes de remover o pen drive do PC é preciso desativá-lo ou ejetá-lo?

 O comando "Remover Hardware com Segurança", que é exibido quando se clica no ícone correspondente na área de notificação do Windows, assegura que não haja corrupção de arquivos ao desacoplar o dispositivo.

21 de julho de 2010

Converta documentos em formato PDF para Word, Excel e até PowerPoint

Nem sempre o formato do arquivo que contém informações importantes – seja para seu trabalho, faculdade ou algum projeto pessoal – é aquele que você está mais acostumado a usar.
Se esse formato for PDF, eis aqui a solução: serviços online gratuitos que convertem arquivos com extensão .pdf para documentos do Word, Excel e Power Point.
Depois de fazer essa alteração, você pode alterar o conteúdo no programa do pacote Office com o qual se sentir mais familiarizado. Em alguns casos, também é possível fazer o oposto: converter documentos do Word, Excel e PowerPoint para PDF.
Confira as opções selecionadas a seguir. Basta apenas clicar na oção desejada que você será direcionado para a página do serviço escolhido:

19 de julho de 2010

Firefox: faça backup de suas configurações antes de formatar o PC

O Firefox sempre se destacou pelas inúmeras configurações que é capaz de suportar. Quanto mais você usa o navegador, descobre mais novidades e ele se torna cada vez mais parecido com você.
Complementos, temas, informações de usuário, histórico e mecanismos de pesquisas são apenas algumas das funções do Firefox que você pode personalizar à vontade, adicionando e removendo itens de acordo com suas necessidades.
Mas e quando você vai formatar o computador ou então mudar de máquina no trabalho? Tudo está perdido e você perderá algum tempo em frente ao PC para recuperar tudo (isso é, se você conseguir se lembrar de tudo o que possuía no navegador) e deixar o Firefox igual antes? Acredito que não...

9 de abril de 2010

Um simples pen drive de 256 GB

Conversando com o Luiz Fernando (Pimpão) ele me enviou o link dessa matéria e como é uma coisa meio que assustadora (o espaço de armazenamento) tive que compartilhar com vocês.


Olhando as fotos, você deve estar se perguntando: o que há demais em um pen drive da Kingston, o DataTraveler 310, com acabamento em vermelho? É só reparar bem no número de gigabytes encravado em seu corpo: são 256 GB em um minúsculo dispositivo.

2 de fevereiro de 2010

Tablets para todos: quem são os concorrentes do iPad?

O conceito do PC prancheta não é novo: desde 2003, fabricantes de computadores, mais notadamente a HP, incentivados pela Microsoft, vendem tablets rodando Windows em todo o mundo. Até então, eram modelos com teclado integrado e tela sensível ao toque, manipulada com a ajuda de uma caneta, e com poder completo de computação, como um notebook qualquer.
Em 2007, o Amazon Kindle criou um novo mercado - o de livros eletrônicos, que agora se consolida com um novo híbrido de smartphone, notebook e e-reader: o Apple iPad. Selecionamos alguns desses modelos que, dependendo da função, concorrem com o novo gadget anunciado por Steve Jobs.

17 de novembro de 2009

Recupere os seus arquivos apagados

Quando um ficheiro é apagado de um cartão de memória, de uma pen drive, ou de seu disco rígido (esvaziando a Reciclagem ou com o SHIFT+DELETE)…este não é apagado realmente, apenas “marcado” como se fosse um espaço livre, ou seja, caso nenhum ficheiro tenha sido gravado neste “espaço livre” o ficheiro anterior pode ser recuperado.
Existem muitas aplicações que fazem (ou tentam fazer) essa função. Abaixo, uma lista dando destaque aos softwares gratuitos criados para tal efeito.


Mas antes deixo-vos com algumas dicas:

-> Caso tenha eliminado acidentalmente um ficheiro e o queira recuperar evite a todo custo guardar mais ficheiros no dispositivo (cartão de memória, disco rígido…), pois a probabilidade de estes serem gravados “por cima” do ficheiro que quer recuperar é grande.

-> Caso queira recuperar um ficheiro do disco rígido do computador e não tenha nenhum software de recuperação instalado, não o instale no mesmo disco (ou partição) onde está o ficheiro a recuperar. Se o fizer os dados de instalação do software serão gravados “por cima” do ficheiro que quer recuperar.

-> Caso queira recuperar um ficheiro do disco rígido do computador evite utilizá-lo (o computador), pois este pode instalar actualizações, guardar dados de jogos ou aplicações, inclusive guardar dados para o Restauro do Sistema no “espaço vazio” onde se encontra o ficheiro que quer recuperar.

-> Nunca recupere os seus ficheiros para o mesmo dispositivo que está a recuperar, pois assim estará a guardar dados recuperados “por cima” dos que vai recuperar, tornando a sua recuperação quase impossível.

Lista de alguns softwares gratuitos:

EASEUS Deleted File Recovery
Free Undelete
Data Recovery
Mozy Backup
NTFS Undelete
PC-Inspector File Recovery
Recuva File Recovery
Restoration

VIA: PPLANDTEK

28 de outubro de 2009

Hospede arquivos em vários sites


Hospede, publique e dispolize seus arquivos em vários sites de compartilhamento de arquivos como o FileFactory, Megaupload, entre outros, através do site easystumble (http://www.easystumble.info). Ao todo o site oferece 17 opções para o envio simultâneo.

Para o envio do arquivo é bem simples, tudo é feito na tela principal do site, basta clicar na opção browser e selecionar o arquivo para o envio, inserir um e-mail e clicar na opção UPLOAD.

O processo demora de acordo com o tamanho do arquivo e a velocidade da Internet.

Após este processo o site disponibiliza um link para o compartilhamento do arquivo hospedado em vários sites como na imagem abaixo.

*Nos testes realizados, alguns sites de hospedagem apresentam falhas, um X vermelho aparece e o link fica com N/A

13 de outubro de 2009

Verifique se o seu PenDrive Kingston é falso


Um dos grandes problemas encontrados nas Memórias Flash hoje em dia é com relação a sua qualidade e procedência. É mais do que comum encontrarmos amigos e familiares felizes com a aquisição de um super PenDrive de muitos GigaBytes de capacidade, e ao nos depararmos com o gadget verificarmos com uma simples passada de olho que trata-se de um produto falsificado.
Os PenDrives da Kingston são os mais visados, pois são conhecidos pela sua qualidade e confiabilidade. Pensando nisso, a Kingston no Brasil disponibiliza um site onde é possível registrar o seu PenDrive e verificar através do serial do produto se o mesmo trata-se de um item original.


Isso é importante, pois registrando o seu serial caso ele seja clonado outros usuários podem descobrir se possuem PenDrives falsificados que tenham um número de série idêntico ao seu, além de você mesmo poder descobrir se foi vítima de um golpe.
Procure a etiqueta com as informações mostradas na figura acima na parte de trás do blister do pendrive que você adquiriu e faça a verificação. PenDrives falsificados são um enorme risco para a integridade dos seus dados.

Clique aqui para acessar o site de verificação da Kingston, que também faz a checagem de módulos de memória RAM.

Fonte: Digital Drops

9 de setembro de 2009

Princípios Básicos de Segurança da Informação: (Parte 2)

Segurança dentro do ciclo de vida da informação

E fácil observar que nem todos os objetivos de Segurança da informação e da comunicação se aplicam a todo tipo de informação e processo de transmissão de dados, nem a todas as etapas dos ciclos de vida da informação. A seguir, são apresentados alguns exemplos de como os objetivos de Segurança podem variar de acordo com o tipo de informação, e também ao longo do tempo:

Um estudo estatístico divulgado pela imprensa e importante para a tomada de decisão corporativa precisará ter sua autenticidade verificada e sua integridade e disponibilidade
protegidas, não havendo, no entanto, sentido em se preocupar com o aspecto da confidencialidade durante o ciclo de vida dessa informação na organização.

Uma declaração formal da direção da organização destinada á imprensa em geral devera desencadear ações de proteção de sua integridade (em especial, a autenticidade, para evitar, por exemplo, que alguém fazendo-se passar por diretor, encaminhe ao setor de divulgação um comunicado prejudicial à organização e este venha a ser divulgado sem a devida conferência da fonte) e da integridade do conteúdo (para impedir que um comunicado legítimo seja indevidamente alterado antes de sua liberação para terceiros). Nesse caso, a preocupação com a confidencialidade poderá existir de forma temporária, até a distribuição do comunicado, assim como provavelmente a questão da disponibilidade também será rapidamente superada, a menos que se identifique uma necessidade de consulta interna à informação após estar sido publicada. Do ponto de vista da Segurança da comunicação, a principal preocupação será a preservação da integridade da mensagem.
Tratando-se de um documento destinado ao público em geral, a questão da autenticidade do receptor seria desprezível, e as preocupações com a autenticidade do emissor e com a irretratabilidade da comunicação fariam mais sentido do lado do receptor da mensagem, interessado em garantir que a organização não tenha depois como recusar seu papel de emissor do comunicado.

Informações sobre a estratégia de negócio de uma organização estarão sujeitas a requisitos de controle rígido de acesso para manutenção da confidencialidade durante a fase de elaboração da estratégia, deixando de demandar os mesmos esforços a partir do momento em que a estratégia de posta em execução e passa a ser de conhecimento geral da concorrência.

Etapas do ciclo de vida da informação

1. Identificação das necessidades e dos requisitos
Identificar as necessidades de informação dos grupos e indivíduos que integram a organização e de seus públicos externos é um passo fundamental para que possam ser desenvolvidos serviços e produtos informacionais orientados especificamente para cada grupo e necessidade interna e externa. O esforço de descoberta das necessidades e dos requisitos de informação é recompensado quando a informação se torna mais útil e os seus destinatários, mais receptivos a aplicá-la na melhoria de produtos e processos (usuários internos) ou no fortalecimento dos vínculos e relacionamentos com a organização (usuários externos).

2. Obtenção
Definidas as necessidades de informação, a próxima etapa é a de obtenção das informações que podem suprir essas necessidades. Na etapa de obtenção da informação, são desenvolvidas as atividades de criação, recepção ou captura de informação, proveniente de fonte externa ou interna, em qualquer mídia ou formato. Na maioria dos casos, o processo de obtenção da informação não é pontual, precisando repetir-se ininterruptamente para alimentar os processos organizacionais (por exemplo, informação sobre o grau de satisfação dos clientes com os produtos ofertados normalmente serão coletadas repetidamente, por meio de pesquisas periódicas).

Uma preocupação típica da etapa de obtenção diz respeito a integridade da informação:

É preciso garantir que a informação é genuína, criada por alguém autorizado a produzi-la (ou proveniente de uma fonte confiável), livre de adulteração, completa e apresentada dentro de um nível de precisão compatível com os requisitos levantados na etapa de Identificação das necessidades.

3. Tratamento
Antes de estar em condições de ser aproveitada, é comum que a informação precise passar por processos de organização, formatação, estruturação, classificação, análise, síntese, apresentação e reprodução, com o propósito de torná-la mais acessível, organizada e fácil de localizar pelos usuários. Nesta etapa, a preocupação com a integridade continua em evidência, principalmente se estiverem envolvidas técnicas de adequação do estilo e adaptação de linguagem, contextualização e condensação da informação, entre outras.
O uso dessas técnicas deve levar em conta a preservação das características de quantidade e qualidade necessárias para que a informação efetivamente sirva ao fim a que se propõe. No caso das atividades de reprodução da informação para posterior distribuição, as questões relacionadas à preservação da confidencialidade podem adquirir grande relevância, uma vez que a existência de diversas cópias de uma mesma informação, qualquer que seja a mídia utilizada (computador, papel, disquete, fita de áudio ou vídeo, etc.), amplia os problemas de restrição de acesso aos usuários devidamente autorizados.

4. Distribuição
A etapa de distribuição da informação permite levar a informação necessária a quem precisa dela. Quanto melhor a rede de comunicação da organização, mais eficiente e a distribuição interna da informação, o que aumenta a probabilidade de que esta venha a ser usada para apoiar processos e decisões e melhorar o desempenho corporativo. É necessário considerar, nesta etapa, os diversos objetivos de Segurança da comunicação mencionados no início desta aula, devendo ser analisados separadamente os requisitos de Segurança relacionados aos processos de distribuição interna de informação daqueles voltados para a disseminação para públicos externos (parceiros, fornecedores, clientes, acionistas, grupos de pressão, governo, etc.).

5. Uso
O uso é sem dúvida a etapa mais importante de todo o processo de gestão da informação, embora seja frequentemente ignorado nos processos de gestão das organizações. Não é a existência da informação que garante melhores resultados em uma organização, mas sim o uso, dentro de suas finalidades básicas: conhecimento dos ambientes interno e externo da organização e atuação nesses ambientes (Chaumier, 1986). Na etapa de uso, os objetivos de integridade e disponibilidade devem receber atenção especial: uma informação deturpada, difícil de localizar ou indisponível pode prejudicar os processos decisórios e operacionais da orgranização. Como já mencionado, a preocupação com o uso legítimo da informação pode levar a requisitos de confidencialidade, destinados a restringir o acesso e o uso de dados e informação as pessoas devidamente autorizadas.

6. Armazenamento
A etapa de armazenamento é necessária para assegurar a conservação dos dados e informação, permitindo seu uso e reuso dentro da organização. Nesta etapa, os objetivos de integridade e disponibilidade dos dados e informação armazenados podem adquirir maior destaque.
A complexidade da conservação dos dados obviamente aumenta à medida que cresce a variedade de mídias usadas para armazená-los: base de dados informatizadas, arquivos magnéticos ou ópticos, documento em papel, etc. A necessidade de ser precaver contra problemas na recuperação dos dados pode exigir a migração periódica dos acervos digitais para tecnologias mais atualizadas, para protegê-los de mudanças nos métodos de gravação, armazenamento e recuperação, que ocorrem a ciclos cada vez menores devido aos constantes avanços nas tecnologias da informação e comunicação. Mesmo com o desenvolvimento de mídias mais estáveis, com expectativa de vida útil superior às mídias magnéticas, tais como CD-ROM e DVD, a recuperação dos documentos ficaria inviável se não houvesse no futuro dispositivos capazes de ler essas mídias; o processo de migração periódica visa a evitar esse problema. No caso de dados sigilosos, é necessário considerar os tipos de mecanismo de proteção a serem usados para impedir o acesso físico ou remoto por pessoas não autorizadas.

7. Descarte
Quando uma informação torna-se obsoleta ou perde a utilizada para a organização, ela deve ser objeto de processos de descarte que obedeçam a normas legais, políticas operacionais e exigências internas. Excluir dos repositórios de informação corporativos os dados e as informação inúteis melhoram o processo de gestão da informação de diversas formas: economizando recursos de armazenamento, aumentando a rapidez e eficiência na localização da informação necessária, melhorando a visibilidade dos recursos informacionais importantes etc. Entretanto, o descarte de dados e informação precisa ser realizado dentro de condições de Segurança, principalmente no que tange ao aspecto da confidencialidade, e, em menor grau, também de disponibilidade. No que tange à confidencialidade, o descarte de documentos e mídias que contenham dados de caráter sigiloso precisa ser realizado com observância de critérios rígidos de destruição segura (por exemplo, o uso de máquinas fragmentadoras para documentos em papel, ou de softwares destinados a apagar com Segurança arquivos de um microcomputador que, se simplesmente excluídos do sistema, poderiam ser facilmente recuperados com o uso de ferramentas de restauração de dados). Do ponto de vista da disponibilidade, as preocupações incluem a legalidade da destruição de informação que podem vir a ser exigidas no futuro e a necessidade de preservar dados históricos valiosos para o negócio, entre outras.
São relativamente comuns os casos de descoberta de informações sigilosas ou dados pessoais sujeitos a normas de privacidade em computadores usados quando estes são transferidos de área, doados ou vendidos durante um processo de renovação do parque de computadores da organização. A existência de procedimentos formais de descarte de computadores e mídias pode evitar constrangimentos e prejuízos à imagem e a credibilidade da organização, possibilitando que os itens descartados sejam auditados e tenham seus dados apagados de forma segura antes de serem transferidos para os novos proprietários.

5 de setembro de 2009

Princípios Básicos de Segurança da Informação: (Parte 1)

Segurança da informação pode ser entendida como o processo de proteger informações das ameaças para a sua integridade, disponibilidade e confidencialidade.
A segurança da informação visa, assim, a preservar ativos de informação, levando em conta três objetivos fundamentais:

Confidencialidade: garantia de que o acesso a informação e restrito aos seus usuários legítimos
Integridade: garantia da criação legítima e da consistência da informação ao longo do
seu ciclo de vida: em especial, prevenção contra criação, alteração ou destruição não autorizada de dados e informação. O objetivo de autenticidade da informação e englobado pelo de integridade, quando se assume que este visa a garantir não que as informações permaneçam completas e precisas, mas também que a informação capturada do ambiente externo tenha sua fidedignidade verificada e que a criada internamente seja produzida apenas por pessoas autorizadas e atribuída unicamente ao seu autor legítimo.

Disponibilidade: garantia de que a informação e os ativos associados estejam disponíveis para os usuários legítimos de forma oportuna. Alguns autores acrescentam a esses três objetivos os de legalidade (garantia de que a informação foi produzida em conformidade com a lei), ou ainda o de uso legítimo (garantia de que os recursos de informação não são usados por pessoas não autorizadas ou de maneira não autorizada). Essas preocupações, no entanto, são melhor classificadas como objetivos organizacionais, dos quais derivariam os requisitos de segurança necessários para proteger as informações sob os pontos de vista da confidencialidade, integridade e disponibilidade.

Além da confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação, alguns aspectos adicionais de segurança emergem quando esta precisa ser transmitida num processo de comunicação. Problemas como a alteração fraudulenta de documentos em trânsito e disputas sobre a origem de uma comunicação ou recebimento de uma informação transmitida precisam ser equacionados, levando a necessidade de estabelecer alguns objetivos adicionais relativos a segurança da comunicação.

A segurança da comunicação visa a proteger a informação que trafega de um ponto a outro, com o objetivo de preservar:

  • Integridade do conteúdo: garantia de que a mensagem enviada pelo emissor ´e recebida de forma completa e exata pelo receptor.

  • Irretratabilidade da comunicação: garantia de que o emissor ou receptor não tenha como alegar que uma comunicação bem-sucedida nao ocorreu.

  • Autenticidade do emissor e do receptor: garantia de que quem se apresenta como remetente ou destinatário da informação e realmente quem diz ser.

  • Confidencialidade do conteúdo: garantia de que o conteúdo da mensagem somente e acessível a seu destinatário.

  • Capacidade de recuperação do conteúdo pelo receptor: garantia de que o conteúdo transmitido pode ser recuperado em sua forma original pelo destinatário. Para que esse objetivo seja alcançado, emissor e receptor precisam usar protocolos de comunicação consistente. Um exemplo de quando essa preocupação está presente na segurança da informação se for usada alguma espécie de codificação da mensagem de modo a tornala ininteligível para terceiros que possam interceptá-la, e preciso garantir que o destinatário legítimo tenha acesso a chave de decodificação, para ser capaz de recuperar o conteúdo original.

14 de agosto de 2009

Instalações à mão no pen drive


Monte no dispositivo um pacote com atualizações de todos os programas importantes para seu dia a dia.

Se seu pen drive tem bastante espaço, vale a pena investir alguns megabytes para armazenar versões de instalação de aplicativos essenciais, já que o micro de um amigo pode não ter esses programas. Assim, além de ajudá-lo, você não fica dependente de um download que pode ser demorado se a conexão for lenta.
Um pacote básico começa com:

13 de agosto de 2009

Será que preciso de um HD externo?

Vivemos num mundo em que somos bombardeados diariamente com toneladas de informação. É muita coisa para ler, ver, armazenar, lembrar, etc. Se antes estávamos habituados com computadores com Hds de 10 ou 20gb até coisa de cinco anos atrás, hoje em dia se compramos um computador com HD de 160gb já torcemos o nariz.

É daí que surge a necessidade de possuir uma mídia externa, como um pendrive ou um HD. Precisamos constantemente transportar grandes volumes de dados para todos os cantos. Temos computadores no trabalho, na escola, na faculdade, em casa, e até o celular virou um computador. A compatibilidade entre esses equipamentos é fundamental para facilitar o nosso dia a dia em meio a tantos gadgets e hardwares.

Como saber qual é o seu perfil de armazenamento para comprar o hardware correto? Eu acho essa fórmula até simples. Se você nunca teve que se desfazer de MP3 de estimação ou não sofre constantemente com a necessidade de gravar DVDS ou fazer backups em outras mídias, tudo isso para liberar uns megabytes a mais no seu HD, você provavelmente não precisa de um HD externo. Um pendrive com um bom tamanho, de 8 ou 16gb fará muito bem o trabalho para que você consiga transportar dados importantes.

Se você passa pela situação acima constantemente, você necessita com urgência de um HD Externo. Nada impede que você expanda os HDs do seu desktop, mas isso não lhe dará mobilidade. Possuindo um HD externo você pode não só aumentar sua capacidade de armazenamento, como ganhar a mobilidade.

Há algumas opções boas no mercado com produtos fabricados por marcas conhecidas no mercado de armazenamento, como Iomega, Seagate e Samsung. Estes vem inclusive com alguns softwares para gerenciamento desses arquivos e para backups agendados.

Uma boa opção é o Ego Silver de 250Gb da Iomega, um disco externo que é alimentado pela USB e dispensa fonte externa, facilitando o transporte. O preço está bem interessante, custando R$399,00 o disco possui uma boa capacidade de armazenamento, o suficiente para guardar mais de 50.000 músicas ou mais de 300 filmes em DIVX.

Outra opção interessante é você comprar um HD Sata de 3.5″ ou de 2.5″ (notebook) avulso e comprar um case para montá-lo por conta própria. Nesse caso, o HD externo sai mais em conta, porém perde no quesito qualidade em relação ao case, que normalmente utilizam material mais barato e menos resistente do que os cases produzidos de fábrica por marcas conhecidas. Porém, muitos desses cases genéricos não deixam a desejar e cumprem muito bem o seu papel na hora de proteger o seu HD e fazer a comunicação com o seu computador.

Um case externo para HDs de 3.5″ (desktops) custa em média entre R$60,00 e R$100,00 dependendo da marca e da qualidade. Já para os HDs de 2.5″ (notebooks) o custo é bem menor, pois o case dispensa fonte de alimentação externa o que acaba barateando o equipamento. A diferença é que os HDs de notebook são mais caros e possuem menos espaço, mas ganham na questão da leveza e da mobilidade.

Fonte: Byte que eu gosto

System Ice comenta:

Estava pensando em comprar um HD Externo de 250Gb, mas pensando bem nos valores e espaço de armazenamento já estou a montar meu próprio HD Externo.

Estou olhando um CASE Black da Clone e um HD Sata II 7.200RPM 500Gb.

Case ExternoPhotobucket

Assim que montar meu Case HD tiro fotos e posto para vocês, e claro, faço uma descrição do desempenho dele.


6 de agosto de 2009

Vem Aí o Memory Stick XC com 2TB de Capacidade!


A Sony vai lançar a nova série de cartões de memória Memory Stick XC que tem o mesmo tamanho dos atuais Memory Stick Duo, Micro e HG, mas usa o sistema de arquivos exFAT, o que permite que os cartões tenham até 2TB de capacidade. Excelente para quem vive sem espaço para gravar arquivos, fotos e até mesmo jogos, não é?

A série tem os modelos Memory Stick XC Duo, XC-HG Duo, XC Micro (M2 XC) e XC-HG Micro (M2 XC-HG). A imagem acima é apenas uma montagem feita pelo Sony Insider.

Saiba mais sobre a Memory Stick XC Series.

Update: Apesar do formato suportar até 2TB de capacidade, isto ainda deve demorar anos para acontecer, e antes disto deveremos ter no mercado modelos de 64GB e 128GB, em uma progressão natural até chegar neste limite.

Via Engadget e Sony Insider.

System Ice comenta:

Imagina a quantidade de fotos que vocês vai ter que tirar para ocupar uns 25% desse espaço, e além de tudo com a melhor qualidade que sua camêra possuir.
Eu já estou pensando em trocar minha KODAK por uma SONY CyberShot e sua superioridade tanto em imagem quanto armazenamento.

16 de abril de 2009

Uma visão geral sobre Backup & Recover

O post traz uma matéria muito importante e de grande valia, porém um pouco extensa. Mas é melhor perder tempo agora lendo e aprendendo, do que perder os dados de sua empresa e perder tempo os recuperando e talvez ficar sem emprego.

Um assunto muito pouco abordado entre os profissionais Oracle, e que sempre causa estresse e problemas quando necessário, é a eficiência da estratégia de backup & recover de um determinado banco de dados da empresa, pois todos só prestam atenção nesse assunto quando é necessário e já estão com a corda no pescoço.

Para ter uma eficiente estratégia de backup & recover, primeiramente deve-se conhecer a infra-estrutura que a empresa oferece para adequar as soluções de backup e planejar quais estratégias e técnicas que serão aplicadas. E quando estamos falando de infra-estrutura, diversos pontos devem ser destacados, como:

* Rede LAN dedicada para backup & recover;
* Dispositivos de Fita (DLT, LTO e DDS) disponíveis para armazenamento;
* Se existe uma necessidade de storage para backup em disco, é viável uma aquisição?;
* Se existem servidores dedicados para testes e validação de restore e recover;
* A empresa possui outro site para planejar estratégias de backup;
* Se a empresa centraliza backups de outras unidades, qual o tamanho da banda de rede.

O segundo ponto que deve ser analisado é a política de backup de cada banco de dados, tratado de forma única, pois em banco de dados, por mais que sejam padronizadas as instalações, arquitetura e funcionalidades de cada base, necessita de políticas de backup customizadas, onde a aplicação da empresa que irá ditar as principais regras, e existem pontos que merecem atenção, como:

* Tempo para janela de recuperação;
* Tempo de retenção dos dados;
* Agendamento das rotinas de backup, exemplo: diária, semanal, mensal ou anual;
* Volumetria que será armazenada;
* Nível de proteção dos dados;
* Tipos de backups que serão executados;
* Definição dos procedimentos de backup, restore e recover.

Os dois pontos citados são o início para enxergar as deficiências da empresa ao elaborar as estratégias de backup, são os principais pontos que devem ser levantados para posteriormente planejar as melhores técnicas e políticas adequadas para as bases.

Não adianta o DBA ter diversas ideias e soluções de armazenamento e recuperações ótimas se a empresa não permite ou não suporta tais tarefas. Seria uma frustração para o profissional tentar implementar uma solução sem sucesso ou com diversos problemas e que não conseguisse atingir o principal objetivo que é a segurança dos dados e disponibilidade do banco de dados.

Em relação ao assunto, soluções de backup, existem diversas no mercado, a própria Oracle oferece diversas soluções de backup interessantes, como Oracle Secure Backup, Data Guard, Stand-by Database, Recovery Manager (RMAN) e Legato Single Server. Outros produtos de terceiros podem oferecer soluções adequadas a sua empresa, como: CA BrightStor ArcServer e Backup Exec, Symantec NetBackup, IBM Tivoli ou EMC NetWorker. Tudo é uma questão de analise, planejamento e execução na implantação da solução e, é claro, verificar se o valor da solução está dentro do orçamento do departamento de TI.

Agora, aos DBAs, existem técnicas e práticas que podemos aplicar para complementar as estratégias de backup existentes e outras práticas que devem possuir requisitos citados no início, principalmente na parte de infra-estrutura. Quando vamos pensar em backup & recover, O que lhe vem na cabeça? Vamos montar uma lista com as opções:

1. Backup cold;
2. Backup hot;
3. Backup por tablespace;
4. Backup do control file;
5. Export do banco de dados;
6. Arquivos de carga (originadas do ETL ou de algum outro processo);
7. Cópia fria de um servidor para o outro;
8. Cópia dos objetos de banco;
9. E, na pior das hipóteses, garantia de alguma coisa no ambiente de desenvolvimento e homologação.

OK! Percebeu que estamos falando de um assunto delicado e de forma abrangente, sem determinar o que será feito, se existe procedimento para tal, quais as garantias que vou ter e sempre pensando naquela frase linda e determinante:

Backup bom é aquele que volta.

Agora, uma pequena explicação sobre os tipos de backups citados acima.

Backup Frio (Cold Backup), backup realizado com o banco de dados offline, ou seja consistente. O backup cold pode ser feito de modo automatizado através do RMAN (Recovery Manager) ou através de scripts shell (Linux/Unix) ou batch (Windows), onde para o formato manual do backup, pode envolver a cópia até mesmo dos arquivos de redo log, no RMAN não é necessário. Interessante ter um backup frio na sua estratégia de backup.

Backup Quente (Hot backup), backup realizado com o banco de dados online, ou seja inconsistente. O backup HOT é um dos principais tipos de backup realizados nos ambientes de produção, pois não é necessário a parada do banco de dados, quando está em modo ARCHIVELOG, porém, uma estratégia de backup HOT pode envolver a utilização de níveis de backups incrementais, como:

* Backup incremental nível 0, ou backup base;
* Backup incremental nível 1, 2, 3 e 4.

Ao colocar esses níveis de backup na sua estratégia, irá ganhar performance, redução de volumetria de backup gerado e aumentar o nível de disponibilidade dos dados, dando mais eficiência à recuperação. Acho que é a opção mínima de backup para o ambiente de produção.

Backup por tablespace, backup realizado para uma determinada tablespace, tendo como opção até mesmo a seleção dos datafiles que poderão ser copiados, pode ser feito manualmente e automaticamente, mas em alguns banco de dados existem tablespaces que armazenam as principais tabelas da aplicação, em que pode forçar uma parada crítica da aplicação. Então, vem a pergunta valendo 1 milhão: Se eu peder uma tablespace com tabelas de alta criticidade à aplicação, tenho que voltar o meu banco de dados por completo?

A resposta é simples: se traçou um bom planejamento e tem recursos de hardware disponível, poderá aplicar uma técnica apenas de recuperação da tablespace e seus respectivos datafiles, chamada TSPITR (Tablespace Point-in-Time Recovery), que pode ser realizado manualmente ou automatizado com RMAN, onde não é necessário voltar seu backup por completo, porém, é necessário uma máquina auxiliar nessa atividade ou espaço em disco suficiente na própria máquina que ocorreu o problema, com isso, podemos recuperar partes do banco de dados de forma completa e deixar a aplicação operante.

Backup por control file, é o bakcup de um dos principais arquivos do banco de dados, onde armazena todas as informações do banco de dados com checkpoint, valor de scn, origem dos datafiles, tablespaces, nome do banco de dados, backupsets e etc. Esse backup pode ser feito manualmente ou automático pelo RMAN ou até mesmo por um trace diretamente do SQL*PLUS, usando o comando ALTER DATABASE BACKUP CONTROLFILE TO TRACE.

Export do banco de dados, é uma espécie de backup lógico, ou seja, poderá realizar um backup completo ou por usuário do banco de dados, porém, muitos se enganam quando deixam apenas um EXPORT, ou apenas DMP (Dump) como é conhecido no mercado, pois o EXPORT não garante a segurança total dos dados e com isso poderá ter perda de dados, o que geralmente para uma empresa não é muito bom. Basta analisar um simples exemplo prático.

Imagine que tenho um banco de dados que é atualizado todos os dias, com INSERT/DELETE/UPDATES diários, um bom e velho OLTP (Online Transaction Processs), e na minha estratégia de backup tenha apenas um Export (ou DMP, como preferir) realizado sempre às 07:00Hs da manhã.

Em uma bela sexta-feira às 17:45Hs da tarde, o servidor que hospeda esse banco de dados teve problemas nos discos internos, perdeu-se archived logs do dia e um maravilhoso "crash" na base. Sua recuperação ficou impossível, o que você tem na mão para salvar o mundo? Apenas um DMPzinho das 07:00Hs da manhã, e o que aconteceu com todas as movimentações das 07:00Hs até as 17:45Hs? Vão sumir? Você não tem archived logs e a base está totalmente inconsistente para recuperação. Resultado final: muito café e cigarros para falar esse cenário com o seu gerente.

Isso é apenas um cenário que ocorre em muitas empresas, onde as Leis de Murphy podem ocorrer, e quando ocorre sua reputação pode estar em jogo. E pior, existem muitos ambientes que estão com esse cenário atualmente.

Arquivos de carga, é considerado backup, principalmente para ambiente de Data WareHouse onde existe uma alta volumetria de dados e os bancos de dados não trabalham em ARCHIVELOG, pois, como você poderia recuperar os dados que foram apagados acidentalmente nos dias 20 e 21 de uma tabela de FATO ou de alguma dimensão importante do seu DW? Com Mágica? Export poderia resolver o problema também, mas trazer um export FULL de um DW não seria muito legal (esperar cansa!), e nesse caso, como estamos falando de apenas 2 dias, por que não os arquivos de carga desses dias! Usando o mesmo processo de ETL poderia refazer a carga e completar a tabela novamente com seus respectivos dados, em bem menos tempo.

Cópia fria de um banco de dados, é uma opção muito interessante para implementar na estratégia de backup da empresa onde tem bancos de dados praticamente abertos ao público, ou seja, até o porteiro sabe a senha do owner da aplicação e o estagiário treina seus primeiros comandos DML diretamente na base de produção, porque somente a produção tem uma volumetria para ele testar o tempo e a eficiência do seu DELETE.

E quando estamos falando de cópia fria, não precisa ser as práticas do "Old School", baixa o banco de dados e CTRL+C e CTRL+V em todos os arquivos e copia para outra máquina. É uma solução também dependendo do ambiente, mas por que não optar por um DUPLICATE DATABASE, usar um Data Guard (Lógico ou Físico), Stand-by database, ou um backup online na produção e restore em outra máquina, com o RMAN, isso é possível até entre diferentes plataformas, de um Linux para Windows. Olha que maravilha! Desde jeito você consegue uma imagem da sua produção e consultar essa imagem para reparar os "ensinamentos" do estagiário na produção! Recomendação: Depois ensina o controle ROLLBACK! rs.

Cópia dos objetos do banco de dados, esse é um ponto interessante também, principalmente quando sua empresa não tem definição de ambientes, como desenvolvimento, homologação e produção. Poucos DBAs se atentam nisso, mas quando é necessário voltar uma procedure que foi alterada em produção e essa alteração não ajudou em nada ou pior, só complicou as coisas! Qual a sua estratégia para voltar isso? Montar um owner em alguma base de teste ou na sua própria máquina e realizar um IMPORT do owner da aplicação sem registros e posteriormente pegar o DDL da procedure? Pegar os DDL do desenvolvimento ou homologação? Ou mandar o desenvolvedor se virar? Quais as alternativas!

Para resolver esse simples probleminha, basta começar a realizar um backup lógico dos objetos do banco de dados, pode usar as próprias views do dicionário de dados do Oracle, como dba_source, dba_triggers, dba_views, dba_mviews e etc, usar o pacote DBMS_METADATA, gerar um DDL script com o Export ou até mesmo para os adeptos de programas gráficos como PL/SQL Developer, SQL Developer e TOAD gerar um "scriptão" a partir deles!

Nessa simples solução, que pode economizar tempo, menos estresse e agilizar o objeto correto ao banco de dados, vai gastar apenas tempo para preparar os scripts e, posteriormente, realizar os agendamentos necessários e mandar para FITA, eles podem gerados em arquivos com os nomes e tipos dos objetos, um script completo do owner da aplicação com a data do backup e etc. Fica a gosto do cliente!

Percebeu que existem diversos tipos, formas, tamanhos, técnicas, soluções e práticas de backup, uma boa estratégia de backup varia muito conforme o ambiente e os recursos que a empresa oferece, e também as estratégias que o DBA irá implementar na empresa. O banco de dados Oracle oferece para você um leque de opções, basta saber aplicar essas opções. É igual ao antigo slogan do um ótimo produto da NESTLE.

Fonte: iMasters


System Ice comenta:

Backup e Recover são duas atividades de extrema importância em qualquer empresa, seja ela pequena ou gigantesca. Essas atividades garantem a empresa trabalhando mesmo que ocorra um desastre com os seus bancos de dados, pois com uma cópia fica mais rápido o trabalho do profissionais de TI.
As rotinas que utilizamos na empresa onde trabalho são:
* Cópia em HD externo;
* Cópia identica de todo o servidor para outro;
* E sempre uma cópia em mídia.
Assim podemos garantir o mínimo de segurança das nossa informações e claro do nosso emprego.